Cansei… Basta!! Vou votar no Serra.


Cansei de ir ao supermercado e encontrá-lo cheio. O alimento está barato demais.

O salário dos pobres aumentou, e qualquer um agora se mete a comprar, carne, queijo, presunto, hambúrguer e iogurte.

Cansei dos bares e restaurantes lotados nos fins de semana. Se sobra algum, a gentalha toda vai para a noite. Cansei dessa demagogia.

Cansei de ir em Shopping e ver a pobreza comprando e desfilando com seus celulares.

O governo reduziu os impostos para os computadores. A Internet virou coisa de qualquer um. Pode?
Até o filho da manicure, pedreiro, catador de papel, agora navega…

Cansei dos estacionamentos sem vaga. Com essa coisa de juro  baixo, todo mundo tem carro, até a minha empregada. “É uma vergonha!”, como dizia o Boris Casoy.
Com o Serra os congestionamentos vão acabar, porque como em S. Paulo, vai instalar postos de pedágio nas estradas brasileiras a cada 35 km e cobrar caro. 

Quero aumento da gasolina na calada da noite.

Cansei da moda banalizada. Agora, qualquer um pode botar uma confecção. Tem até crédito oferecido pelo governo. O que era exclusivo da Oscar Freire, agora, se vende até no camelÃ? da 25 de Março e no Braz. Vergonha, vergonha, vergonha… 

Cansei dessa coisa de biodiesel, de agricultura familiar.
O caseiro do meu sítio agora virou “empreendedor” no Nordeste. Pode?

Cansei dessa coisa assistencialista de Bolsa Família. Esse dinheiro poderia ser utilizado para abater a dívida dos empresários de comunicação (Globo, SBT, Band, RedeTV, CNT, Folha SP, Estadão, Veja etc.). A coitada da “Veja” passando dificuldade e esse governo alimentando gabiru em Pernambuco. É o fim do mundo.

Cansei dessa história de PROUNI, que botou esses tipinhos, sem berço, na universidade. Até índio, agora, vira médico e advogado. É um desrespeito… Meus filhos, que foram bem criados, precisam conviver e competir com essa raça.

Cansei dessa história de Luz para Todos. Os capiaus, agora, vão assistir TV até tarde. E, lógico, vão acordar ao meio-dia. Quem vai cuidar da lavoura do Brasil? Diga aí, seu Lula…

Cansei dessa história de facil itar a construção e a compra da casa própria (73% da população, hoje, tem casa própria, segundo pesquisas recentes do IBGE). E os coitados que vivem de cobrar aluguéis? O que será deles?

Cansei dessa palhaçada da desvalorização do dólar. Agora, qualquer um tem MP3, celular e câmera digital. Qualquer umazinha, aqui do prédio, vai passar férias no Exterior. É o fim…

Vou votar no Serra. Cansei, vou votar no Serra, porque quero de volta as emoções fortes do governo de FHC, quero investir no dólar em disparada e aproveitar a inflação. Investir em ações de Estatais quase de graça e vender com altos lucros.

Chega dessa baboseira politicamente correta, dessa hipocrisia de cooperação. O motor da vida é a disputa, o risco…

Quem pode, pode, quem não pode, se sacode. Tenho culpa eu, se meu pai era mais esperto que os outros para ganhar dinheiro comprando ações de Estatais quase de graça? Eles que vão trabalh ar, vagabundos, porque no capitalismo vence quem tem mais competência. É o único jeito de organizar a sociedade, de mostrar quem é superior e quem é inferior.
Eu ia anular, mas cansei. Basta! Vou votar no Serra. Quero ver essa gentalha no lugar que lhe é devido.
Quero minha felicidade de volta!!!
—-Autor conhecidíssimo, provavelmente um popstar

A Democracia, a Baderna e a Paz


Peço licença ao colega Reinaldo Melo para transcrever aqui suas palavras tão ricas e pertinentes.

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O conceito de democracia está bem definido no artigo primeiro, parágrafo único da Constituição Brasileira: “Todo poder emana do povo…”. Se a democracia se constitui no poder do povo, para o povo e pelo povo, como negar então que os princípios básicos da organização social devem ser regidos pela necessidade desse povo?

No sexto artigo o primeiro direito social do povo é a educação, que vem explicitada no 205º artigo: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada (…) visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.”

Como vivemos numa democracia, é de se esperar então que tais leis fossem respeitadas e sacramentadas pela sociedade e invioláveis pelos governantes. No entanto, o termo democracia, tão evocado nos dias de hoje, cai por terra quando vemos aqueles que deveriam ser os primeiros a respeitá-la rasgarem a Constituição.

Nestes 16 anos de PSDB no estado de São Paulo, o que vimos foi o total desrespeito à essência democrática estabelecida na Carta Magna. O quinto parágrafo do 206º artigo inicia-se com o princípio: “valorização dos profissionais de ensino”. Ora, até o mais ingênuo professor sabe que hoje ele não passa de um pária da sociedade, simultaneamente transformado no grande responsável pela educação de uma sociedade deseducada cuja estrutura familiar se mostra falida. E como sua missão é obviamente impossível, essa mesma sociedade aponta as armas contra o peito do docente, culpando-o pela derrocada construída por ela própria. E, para piorar, o governo, que possui a estrutura e o dever para mudar tal realidade só vem a reforçar tal visão quando nos ataca, principalmente pela mídia, nos alcunhando de incompetentes, acomodados e vagabundos. Nada mais conveniente para esconder o rasgo da Constituição. E conveniência não é a base de uma sociedade democrática.

Além da valorização do docente, outros princípios são atacados. A liberdade de cátedra, explícita no parágrafo II do 206º artigo, é desprezada por meio da imposição do uso das cartilhas da proposta pedagógica do estado. Tal imposição impede que o professor trace sua própria estratégia pedagógica, ao mesmo tempo em que o transforma num profissional insensível, já que o encurralamento didático faz com que também sejam desprezadas as necessidades de cada um de seus alunos, ou seja, gera a inflexibilidade, ferramenta necessária para a formação do indivíduo crítico e cidadão. Outra vítima, baseada nos princípios relatados, é a garantia de padrão de qualidade do ensino, VII parágrafo. Com o advento do Construtivismo à moda brasileira, os poderosos anti-democráticos, no objetivo de reduzir os investimentos na educação, estabeleceram a aprovação automática em forma de progressão continuada. Distorcendo os princípios do Estatuto da Criança e do Adolescente, foi tirada do professor a autoridade pedagógica, ao aluno não cabe nenhuma cobrança ou exigência, sendo este aprovado à série seguinte apenas por ir à escola, tendo a “liberdade” de não se comprometer com seus estudos.

Eis a grande baderna em que se transformou a educação do estado de SP: professores doentes e desmotivados, alunos que não vêem sentido na escola e no acúmulo de conhecimento, familiares que desrespeitam a constituição, já que esta diz que é um dever do Estado e da família a emancipação do indivíduo, ao irem à escola agredirem os professores sem entenderem que estes são tão vítimas quanto os seus filhos, e uma escola que joga grande parte de seus alunos no universo da semi-alfabetização camuflada em diploma de Ensino Médio.

Enquanto isso, os verdadeiros baderneiros, detentores de um lúdico poder e porta vozes de uma mídia corrupta, se aproveitam da falaciosa democracia representativa para se darem ao direito de bagunçar os princípios básicos de uma sociedade saudável. Da fragilidade dos seus engomados ternos, balbuciam falácias, misturadas com saliva e hálito tão podres quanto suas intenções, contra os docentes, dizendo que estes são os inimigos dos filhos dos pobres. Esses senhores estão protegidos por uma finíssima película de democracia momentânea, mas a História mostrará a baderna que estão a praticar: as agressões contra os professores, não apenas em forma de gás, pimenta e bala de borracha, mas na própria destruição dos direitos sociais que custaram tão caros àqueles que lutaram e os conquistaram no passado.

Mas como diz o poeta: “os lírios não nascem das leis” e cabe aos verdadeiros detentores dos princípios democráticos irem à luta com o objetivo de que estes princípios sejam praticados. Se as leis não bastam, que seja ouvida a voz daqueles que têm consciência do que lhe é garantido por elas. Os professores que ocupam as ruas e as praças são parte de onde emana o poder e, com isso, devem cobrar deste poder aquilo que ele não pode rasgar: uma educação de qualidade para todos.

Quando o poder joga gás de pimenta nos olhos e atira bala de borracha nos peitos destes professores, é inadmissível que a sociedade o permita, pois o que está querendo se legitimar é o próprio fim da democracia. A inversão de valores é jogada na mídia, “professores baderneiros atacam governo democrático”. Mas um governo democrático não pode temer o seu povo, muito menos agredi-lo. Democracia exige, por parte do poder, muito mais ouvidos do que fala, se o povo ocupa a praça para a exigência de algo é porque alguma coisa o poder lhe recusa. Baderneiro é o governo que dá às costas à população, tirando-lhe a qualidade dos serviços básicos como a educação.

Exigem destes professores a obediência à ordem e à paz. É fato que estes baderneiros que ocupam o palácio dos bandeirantes por 16 anos não possuem o direito de falar em ordem, sequer em paz. O problema dos professores é que eles são pacíficos até demais ao suportarem sem gritar as agressões vindas de todos os lados nesta tucana era de trevas. O que estes professores estão a fazer é ensinar aos seus pares ainda calados, aos seus alunos e à sociedade o que é a verdadeira democracia, esta não existe com a boca cerrada. A passividade não traz paz e “paz sem voz não é paz, é medo”.

Os professores deveriam ser alçados ao patamar de heróis, pois ainda acreditam na democracia que garante a educação para a formação de um indivíduo cidadão e preparado para ajudar a construção da nação. É tal crença que os move na luta diária dentro das escolas e na luta momentânea que ocorre nas ruas. Se a sociedade não consegue enxergar que tal suplício é praticado em nome dela, esta sociedade não se pode denominar como democrática e, assim, estará destinada a pagar um alto preço, pois não haverá paz enquanto estes multiplicadores da cidadania, os professores, serem tratados como irrelevantes na construção da democracia.

Reinaldo Melo

Greve dos Professores 2010


Como twitteira quase assídua, cheia de amigos/colegas/conhecidos que frequentam a Av. Paulista e arredores, e também como professora estadual, acho válido prestar aqui um esclarecimento, para aqueles que não tem muito tempo para acompanhar a mídia e se informar sobre a greve. Aliás, a mídia não está passando necessariamentes informações verídicas da greve, então como integrante dos grevistas, imagino que posso passar informações mais sólidas.

Em primeiro lugar, eu sei que é um belo porre pegar passeata em plena Avenida Paulista, mas infelizmente é o único recurso que temos para mostrar “nossas” reivindicações. Afinal, o governo tem muito mais dinheiro que nós para divulgar suas mentiras e meias-verdades em pleno horário nobre da tevê, gastando fortunas para ludibriar o povo com o próprio dinheiro público, e fazer com que o povo que cultua a maldita televisão acredite em todo o arco-íris que eles transmitem sobre as salas de aula do nosso Estado. Caso alguém acredite mesmo naquela coisa bonitinha, de alunos de banhinho tomado, enfileirados, sentados e quietinhos, sinta-se convidado a passar um dia comigo na escola que leciono, que é tida como das melhores da cidade. Além de visitar a escola, você ganhará um frasco de deltacid, just in case.

Em segundo lugar, a principal reivindicação da nossa greve é aumento reajuste reposição salarial. Sim, estamos há quase duas décadas com um reajuste de menos de 5%, que ocorreu em 2008, com greve e passeatas. O governo simplesmente não cumpre nossa data-base. Nosso salário base é de dois salários mínimos, e somando as gratificações (as que os aposentados não recebem), não chega a 3 salários mínimos nosso líquido com carga completa. Tenho holleriths, caso alguém ache que é conversa fiada. Lembrando que não temos FGTS, nosso vale refeição é de 4 pilas por dia trabalhado - ou seja: nas férias não temos vale-coxinha. Afinal, comer é para os fracos, né? É…

Em terceiro lugar, particularmente eu acho ridículo professor reclamando de prova. É completamente incoerente. Mas sabe de uma coisa? A prova não é o grande problema da questão. Não vou defender aqui todo o professorado como se fosse todo mundo gente boa, porque sei que há uma minoria que está realmente despreparada para dar aula. Mas sabe de uma coisa? Contrataram os tais professores “nota zero”, e eles estão trabalhando e aumentando, e enquanto o Estado não oferecer um salário digno, os bons professores vão saindo do estado para trabalhar nas prefeituras de suas cidades, ou na particular, ou vão perder rendimento trabalhando em 2 ou 3 empregos para se manter. Eu mesma trabalho no estado de manhã e na faculdade a noite. Com 12 aulas na facul, ganho o equivalente a 33 aulas + 3 reuniões pedagógicas no estado. É o triplo, e olha que leciono em uma das faculdades da região conhecidas por não pagarem tão bem assim. Mas perguntem se eu tenho um rendimento 100% no Estado? Quanto tempo vocês acham que sobra para eu preparar atividades para os meus alunos do estado, corrigir essas atividades e fazer o trabalho que eles alguns deles merecem?

Opinião é uma coisa bastante pessoal, por isso preferi focar meu depoimento nos fatos da nossa realidade. Que cada um tenha a liberdade de formar sua opinião sobre os acontecimentos. Estou aberta a discussões, caso alguém queira expressar algo sobre o assunto, ok? Na pior das hipóteses, estarei amanhã na Paulista.

Flanelinhas Profissionais: Esmola em CLT


Os flanelinhas já podem se considerar uma categoria. Começou como um serviço informal: moça, quer que eu olhe seu carro? Na época parecia interessante, logo que explodiu o bum dos assaltantes de som e tudo o mais. Mas hoje eles já estão bem mais organizados: usam coletinho pra pagar de segurança, nem perguntam mais se quer que olhe o carro e ainda têm a pachorra de querer estipular um preço por seus serviços não solicitados. E o pior: na calada da noite, em uma cidade onde a polícia come coxinha na falta de donuts, você nunca sabe quais serão as consequências de recusar-se a pagar. Nunca fui assaltada formalmente, mas acho que já sei bem qual é o sentimento.

Aguardem, em breve teremos flanelinhas processando clientes frequentes de bares por direitos trabalhistas. Eles já pensam que estão lá trabalhando. E é complicado para mim essa saia justa na qual me encontro, porque não quero ser a classe média que fecha os olhos para os problemas sociais que encontramos nas esquinas. Mas me recuso a pagar por um serviço inútil! Já pago quase um barão por ano pelo seguro do meu carro, não vou pagar mais cincão por um serviço que eu não preciso e que eu nem sei se está de fato sendo feito.

Enquanto isso, solta mais uma coxinha pra chefia aqui. Vai catchup?

Erro humano - as always.


Estava acompanhando a morte daquela jornalista após uma lipoaspiração. Uma fatalidade, e eu lamento muito pela família dessa infeliz. Agora estão acusando o médico de erro. A carreira desse cirurgião certamente vai dar uma bela declinada depois de tal ocorrido, mesmo que provem que não foi erro médico. Mas paremos para pensar quem é o verdadeiro vilão nessa história toda: o que leva uma moça, que devia ter um IMC 25 (ou seja, pra lá de saudável) a fazer uma lipoaspiração? Uma mulher jovem e linda, com um filho de apenas 6 aninhos… Por que ela quis fazer essa lipo??? Nunca ninguém vai saber o real motivo, mas eu tenho um palpite quente: baixa auto-estima.

Alguém faz o favor de me explicar porque essa ditadura da magreza afeta tanto as pessoas? Eu, nos meus redondos 30 de IMC, estou farta de ter que ouvir das pessoas que eu mais amo coisas como “nossa, mas você engordou, hein?” ou o clássico “vai comer mesmo isso?”, entre outras frases de pessoas que pensam que estão querendo ajudar com “conselhos de amigo”, mas que no fundo só fazem cutucar minha auto-estima pra tentar fazer-me sentir inferior. E sabe, desde os 3 ou 4 anos que sou a menina gordinha, e fora um breve período de 2 anos (entre 2005 e 2007), sempre fui bombardeada por essas acusações. Aliás, retiro o que disse! Mesmo na época que fui magra tive que ouvir essa palhaçada. É muito fácil pra quem tem uma genética magra sair por aí falando que só é gordo quem quer, que pra emagrecer é só ter força de vontade e determinação e o raio que o parta. Muito cômodo para uma pessoa no alto de seus 50kg falar para uma de 80kg que ela tem que fazer exercícios. Claro, ela não tem ideia de que aquela pessoa com seus 80 kg já trabalha manhã, tarde e noite pra ganhar uma miséria e de fato não ter nem tempo nem dinheiro pra fazer uma academia. E não tem ideia também que, apesar de acima do peso, as taxas de glicemia e colesterol vão muito bem obrigada, e o pique é tão bom quanto de outra pessoa normal. Mas esses pneuzinhos, que ultraje, né?

Sabe, eu já amadureci o suficiente pra saber minhas limitações. Se algum dia eu tiver a oportunidade de abrir mão de um dos meus empregos e arranjar um tempinho pra “cuidar de mim”, aí eu penso em emagrecer. Do contrário, não vou deixar de ser feliz por usar 48 ao invés de 38.

Erro médico? Parece-me mais erro social…

O melhor amigo


Desde que peguei o Pixel pra criar, convenço-me cada vez mais que todo mundo deveria ter um cachorro. Nem que seja pra manter a cabeça longe da divagação desnecessária e infrutífera.

O Pixel é um bom cachorro. Sempre afirmo isso quando perguntam se ele dá trabalho. Ele late muito pouco, come direitinho, não faz muita porquice… É só saber respeitar o espaço dele. Sabe quando você sente aquele amor dependente, quando você se vê completamente responsável por uma vida? Então, é isso.

Não consigo mais imaginar minha vida sem aquele cotoquinho.

Seta: item opcional?


Hoje levei duas fechadas animais no trânsito. As duas de “carrão” (Civic e Corolla). As duas de mulher (loiras, claro). As duas não ligaram seta. A primeira tudo bem, com seta ligada ou desligada era culpa dela: ela simplesmente ignorou o sinal de PARE. A segunda poderia até usar a desculpa de “ponto cego”, mas foi uma tentativa de mudança de faixa que quase pegou minha lateral inteira. Ela não estava a minha frente, nãnina. Estava ao meu lado, pau a pau. Parei no sinal e contei meus batimentos: 100 bpm. Sempre bom.

Testando Widget do Mac para tumblear. Curti :) Mas… não dá pra por Título? Poxa, vai virar twitter…

Testando


Oi, preparados pra muito mimimi?